domingo, 17 de setembro de 2017

Profeta para o nosso tempo! 18 de Setembro...


18 de setembro: memória do falecimento de Padre Caffarel,
profeta para o nosso tempo!

         Ao escolher Maria como padroeira das Equipes de Nossa Senhora, padre Caffarel nos mostra qual é o lugar que Nossa Senhora ocupa em sua espiritualidade e nos indica essa escolha como um sinal de luz para nosso caminho espiritual:
                  
Vocês se agrupam para procurar Cristo, imitá-lo, servi-lo. Não conseguirão sem um guia. E não existe nenhum melhor do que a Virgem. Gostaria que nossas Equipes se exercitassem na fé, na todo-poderosa ternura da Virgem, que cada  casal sinta a confiança e a segurança que habitam o coração dos pequeninos quando sua mãe está perto. Gostaria que fosse uma de nossas características. Então sentirei uma grande segurança para o futuro (...)
Então as equipes serão protegidas contra o intelectualismo e contra o espírito crítico – eis alguns dos primeiros benefícios da intimidade do cristão com a Virgem. Os corações serão guardados na humildade: quem poderia bancar o esperto perante Nossa Senhora? O amor fraternal reinará: é sempre assim quando a mãe está por perto dos filhos... Então a fonte da alegria não se esgotará, pois a “causa de nossa alegria” estará conosco! (O padre Caffarel – das Equipes de Nossa Senhora à Casa de Oração, p.176-177)


         Percurso pouco conhecido de padre Caffarel:Consagrou-se ao apostolado dos casais e à formação para a oração;


Fundador do Movimento das Equipes de Nossa Senhora;
Acompanhou grande número de viúvas;
Foi animador da casa de oração em Troussures, contribuiu para a descoberta da Renovação Carismática na França;
Em setembro de 1960 é nomeado consultor da “comissão pontifícia para o apostolado dos leigos” na preparatória do concílio Vaticano II
Esforçou-se para chamar a atenção da comissão pontifícia para o apostolado dos leigos para os aspectos do casamento cristão que requerem estudo e solução.


Referência: O padre Caffarel – das Equipes de Nossa Senhora à Casa de Oração, p.176-177